Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2007

TU

Olho a vida pela janela e a cidade fala-me de ti.

A cidade...como um fractal , com a sua geometria padronizada e o caos instalado tangencia a perfeição, como se de um poema se tratasse, um poema escrito por um matemático... Weierstrass uma vez disse que um matemático que não tivesse algo de poeta, nunca seria um matemático completo...eu diria que um poeta que não tenha algo de matemático nunca será verdadeiramente poeta, e o que visualizo é quase um teorema que comprova o meu pensamento.

Corpos anónimos dançam na confusão da rua, junto com eles estás tu. A tua imagem familiar recorda-me um tempo longínquo e breve de descobertas. Agora regressas, e contigo o desejo enorme de olhar a rua e vê-la como  um imenso caleidoscópio de vida. 

 

 

 

publicado por Sara Rocha às 12:06
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