Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Carta de Amor

 

Chopin Nocturne Op.9 No.2 (Arthur Rubinstein)

 

 

 

Para ti,

que me fazes tantas vezes sorrir

e tantas vezes chorar,

que me fazes sentir,

querer,

desejar...

Para ti, meu amor,

meu querido amor,

este pobre poema

que voa

por estepes de um mundo

triste, infinito

que se funde num Chopin

para calar um grito

um grito profundo

que ecoa célere e rebelde

mas...em silêncio se esconde...

Para ti, Amor

estas palavras que são Eu

que fervem,

escorrem até ti

num infinito desejo

de ter-te um dia

e juntos vivermos  o nosso segredo

com alegria

serenamente...

sem medo.

Para ti, meu amor

estas palavras, em tom de poema

numa quietude assustadora

que queriam ser carta, uma carta de amor...

que,

sem pudor a escrevo

e, na imensidade do meu sentir

feliz, por te ter

por escrever para ti

termino-a ... a sorrir.

 

Foto: Graça Loureiro

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Sara Rocha às 10:26
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