Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Poema de amor.

 

                                                                         

                   Um poema de amor do Serrat que eu adoro...

                                  Um segredo

            com aroma a maresia e um friozinho delicioso,

                        um desejo,

                             um abraço sem medo,

                                                 um olhar  silencioso

                                                                          e um beijo.

                                                         

 

 

                                                                          

EL sol nos olvidó ayer sobre la arena,
nos envolvió el rumor suave del mar,
tu cuerpo me dio calor; tenía frío,
y allí en la arena
entre los dos nació este poema,
este pobre poema de amor para ti.
Mi fruto, mi flor,
mi historia de amor,
mis caricias.
Mi humilde candil,
mi lluvia de abril,
mi avaricia.
Mi trozo de pan,
mi viejo refrán,
mi poeta.
La fe que perdí,
mí camino
y mi carreta.
Mi dulce placer,
mi sueño de ayer,
mí equipaje.
Mi tibio Rincón,
mi mejor canción,
mi paisaje.
Mi manantial,
mi cañaveral,
mí riqueza.
Mi leña, mi hogar,
mi techo, mi lar,
mi nobleza.
Mi fuente, mi sed,
mi barco, mi red
y la arena.
Donde te sentí,
donde te escribí
mi poema.


Joan Manuel Serrat. Poema de amor.

 

 

Joan Manuel Serrat. Poema de amor.

 

 

 

publicado por Sara Rocha às 10:50
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21 comentários:
De Lua Nova a 1 de Agosto de 2008 às 10:26
Um poema de amor, escrito na areia, no papel, no vento..é sempre um poema de amor. Confesso que não conheço a obra deste cantor catalão, mas, a partir de hoje fiquei a conhecer graças a si. Muito obrigada.
Adoro a voz dele, imagino o que será ouvir estas palavras com estavoz ao nosso ouvido e sabermos que são sentidas. Provavelmente a isso eu chamaria felicidade :-)))

Lindo!!!!
De EU a 31 de Julho de 2008 às 18:20
Um poema escrito na areia, um poema de amor....do Serrat (grande homem), seu ou até meu, um dia seria apagado por uma onda, pelo vento ou por pegadas de gaivotas...
Mas aqui efémero eternizou-se, e, um lindo poema de amor(que você tão gentilmente nos oferece acompanhado de uma linda foto e das suas sempre deliciosas palavras)soa-me nesta tarde cinzenta com sabor a mar a um recomeço.
Obrigado Sojita!
De Manuel de Aguilar a 31 de Julho de 2008 às 17:32
Que suavidade, que delicadeza que sentir tão intenso que trespassa a realidade......
Fez uma excelente escolha, o Serrat é único, e este poema com que nos brindou hoje acompanhado da voz do "poeta/cantor", da lindissima fotografia e das suas breves palavras em tom de prelúdio de algo que eu adivinhava brilhante, e que uma vez mais veio ao encontro das minhas expectativas.

Você também é única Sojacaustica!
De Sopa de Letras a 31 de Julho de 2008 às 17:14
Este post - que está magnifico - é um mistério, um segredo seu: acertei???espero que sim.
Um poema de amor do Serrat é concerteza um lindíssimo e envolvente segredo, tal como a sua pessoa, que a imagino linda, misteriosa e muito, mas muito envolvente.
De Carlos Gama a 31 de Julho de 2008 às 16:43
Excelente post.
Belissima imagem, acompanhadas de palavras breves e suas, em tom de poema e uma homenagem justa a um grande homem.

Um bem haja para si Sojacaustica
De Stela Matutina a 31 de Julho de 2008 às 16:15
Per te Sojacaustica, Princesa de Joan M. Serrat

Tú no, princesa, tú no. Tú eres distinta. No eres como las demás chicas del barrio. Así los hombres te miran como te miran. Así murmura envidioso el vecindario. Tú no, princesa, tú no. Tú eres la rosa que fue a nacer entre cardos como revancha a un arrabal despiadado en donde el día se ocupa de echar por tierra toda esperanza. Tú no has de ver consumida, cómo la vida pasó de largo, maltratada y mal querida, sin ver cumplida ni una promesa, le dice mientras cepilla el pelo de su princesa. Tú no, princesa, tú no. Tú no has nacido para pasar las fatigas que yo pasé sacándole el dobladillo a un miserable salario que no alcanza a fin de mes. Tú no, princesa, tú no. Por Dios lo juro: tú no andarás de rodillas fregando pisos, no acabarás hecha un zarrio como tu madre, cansada de quitar mierda y de parir hijos.
Tú saldrás de esta cochambre de muertos de hambre. Ya me imagino la cara de las vecinas cuando aparezcas en limusina a por esta vieja le dice mientras cepilla el pelo de su princesa. Tú no, princesa, tú no: Vuelve temprano... Y la sigue un paso atrás hasta la calle, planchándole con la palma de la mano una arruga que el vestido le hace en el talle. Y, como quien ve a la Virgen subir al cielo, la ve alejarse camino a su primer casting para un anuncio en televisión. La nena vale, la nena estudia danza moderna y declamación.

De Milesimo de Segundo a 31 de Julho de 2008 às 15:56
Obrigado por este post magnifico e por de certa forma homenagear na minha modesta opinião o melhor cantor/músico Catalão.

Molts petons!!!




De Pedro Salvador a 31 de Julho de 2008 às 15:21
Mais uma vez demonstrou ter bom gosto.
Admiro-a Sojacaustica, adivinho em si uma pessoa sensivel e ao mesmo tempo extremamente inteligente.
Gosto muito do Joan Manuel Serrat, um cantor de intervenção que fez muito pela lingua Catalã, tenho acompanhado o seu percurso, um grande homem sem dúvida.


Boa escolha!
De Laranja Mecanica a 31 de Julho de 2008 às 15:08
Não conhecia. Fiz pesquisa acerca dele e gostei do que li.
Valeu nina, hoje conheci um grande homem - "hoy puede ser un gran dia, plantealo así!"

thanks Soja
De Magda Gonçalves a 31 de Julho de 2008 às 12:50
Lindo Sojacaustica!

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