Segunda-feira, 1 de Outubro de 2007

A toi, mon amour!

 Marc Lavoine

 

 

 

 

Aujourd’hui, une musique pour toi

Demain,

je ne sais pas …encore

Peut-être tout.

Peut-être rien.

Mais

aujourd’hui

je te donne mon jour,

mes mémoires,

mon désir,

... mon amour

et cette musique

que j’écoute toute seule

dans notre table

au Café de l’Opéra

en regardant les gens.

J'ai tant rêvée de toi...

 

 

 

 

 

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publicado por Sara Rocha às 15:34
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6 comentários:
De Sous le soleil a 2 de Outubro de 2007 às 16:14
Merci, Merci, Merci . . .

Merci beaucoup !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Amour! dans quelle folie ne parviens-tu pas à nous faire trouver du plaisir?

Aujourd'hui, je sais . . .

. . .
De Sara Rocha a 2 de Outubro de 2007 às 22:45
Petons!
De Lobo das Estepes a 1 de Outubro de 2007 às 20:31
Hoje aqui invoca-se o hoje prendado com uma música.
O hoje feito de memórias, de desejo, de amor e do dia que vai escorrendo perante alguém que espera numa mesa de um café " basco" o ressurgir do outro por entre a multidão anónima.
Gosto da tua poesia.

E como de "esperas" se trata, permito-me deixar aqui um poema que fala também de "Esperas" que reza assim:

ESPERAS

Uma cidade ao fundo aguarda um vento.
Nele passas. Quem vê engana-se,
quem não olha conhece.
Olhar muito foi luz: cegos teus olhos.

Cala-te. A sombra avança. É a cidade que dorme ainda em mais sono.

Pó nocturno e olhos,
olhos nessa névoa escura. Em cima, a noite.
Cala-te. A solidão deitada também dorme.
Sozinho, nu, esperas.

Vicente Aleixandre(1898 - 1984)
Tradução de José Bento

Lobo das Estepes
De Sara Rocha a 2 de Outubro de 2007 às 11:29
Memórias de uma espera, de uma longa espera em estepes de betão, com gente que passa e com música de fundo...que me transporta para um tempo passado e...tão presente. Provavelmente o preludio de um futuro.
De nuno gomes a 1 de Outubro de 2007 às 17:44
"(...)
Alors pour un instant
Pour un instant seulement
Alors moi je la crois Monsieur
Pour un instant
Pour un instant seulement
Parce que chez ces gens-là
Monsieur on ne s'en va pas
On ne s'en va pas Monsieur
On ne s'en va pas
Mais il est tard Monsieur
Il faut que je rentre chez moi."

(Jacques Brel - "Ces gens-là")
De Sara Rocha a 1 de Outubro de 2007 às 18:24
En regardant les gens...ces gens là...
As "minhas"... as do Brel, tanto faz, gostei do paralelismo.

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