Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

Aquários...de Bohm

Foto: António Manuel P. Silva

 

 

Em algum sitio

Instantes perdidos

efémeros, banais

trazem lembranças

fugazes

de vidas passadas

reais.

Hologramas do tempo

que tempo não era.

Matrizes numéricas

carregadas de nós

dispersas

distantes

unidas

...e sós.

Partículas de nadas

suspensas em actos

Retratos vividos

etéreos...

de mundos de laudos e fadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Sara Rocha às 11:38
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2 comentários:
De Lobo das Estepes a 18 de Setembro de 2007 às 20:36
Gostei da forma como conjugaste as matrizes com a primeira pessoa do plural e com a ideia de seres quiçá geograficamente desencontrados, mas unidos pela mesma essência(a matriz a mim, transmite-me a ideia de essência).
Gosto muito da tua poesia.

Fernando
De Paulo Silva a 18 de Setembro de 2007 às 16:34
Gostei imenso do texto, adoro a forma como inseres coisas como matrizes, dentro de algo tão irracional... gostei imenso, parabéns.

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