Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007

Sol(ta-te)!

Foto: Raphael

 

A pedra caiu

na terra molhada

o sol nasceu

sem dizer nada...

Nem avisou,

entrou de rompante

a lua assustou-se

começou a chorar.

O Sol insolente

teimou em ficar.

A lua amuou

entristeceu, bateu o pé

empalideceu.

A terra sorriu

deu-lhe uma flor:

um girassol amarelinho

para o seguir

devagarinho...

 

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publicado por Sara Rocha às 18:38
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1 comentário:
De Anónimo a 7 de Setembro de 2007 às 16:04
Se Voltaire tem razão quando afirmou que a boa poesia é uma espécie de música, então escreveste um bom poema.

E para conforto da lua, tal como o tempo das cerejas regressa em cada Primavera, também a lua regressa em cada anoitecer.

Bom fim de semana Sara

Fernando

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